Vírus, worms e códigos maliciosos em geral
Antes de prosseguirmos, vale a pena relembrar os conceitos de vírus, worms, trojans e malwares em geral, através dos seguintes artigos publicados pelo InfoGuerra: "O que são vírus, worms e trojans" e "O que são códigos maléficos híbridos?".
Está ficando difícil de saber quem veio primeiro: o ovo ou a galinha, ou seja, será que os spams foram descobertos como veículo para proliferação dos vírus e outros malware ou será que os desenvolvedores de vírus e demais malware (os coders) descobriram mais uma maneira de soltar seus "bichos"? Há quem fale em um pacto entre spammers e produtores de malware, dado a sua característica em comum: a busca do anonimato.
O fato é que certos vírus e worms se propagam por e-mail e para convencer o usuário a executar o arquivo anexo (o vírus) usam recursos análogos aos usados pelos spammers. Concluindo, um e-mail infectado e com uma história ou frase qualquer tentando convencer o usuário a abri-lo, é um e-mail não solicitado, logo é spam.
Alguns exemplos são os worms Fizzer e o Sobig.F. Ainda falando da relação entre spam e código malicioso, vale lembrar dos e-mails fraudulentos que pedem para o usuário executar um determinado arquivo anexo para atualizar seu cadastro ou corrigir seu sistema. O referido arquivo é um código malicioso que pode ser um trojan ou somente um keylogger. É spam, certo?
Para finalizar, apenas uma última consideração: uma coisa é o e-mail de spam que carrega o vírus/malware anexo, outra coisa é o e-mail de spam que propaga o boato de um vírus poderoso, capaz de comer seu disco com farinha. No entanto, ambos são spam.


